História
Guifões guarda memória anterior à própria nacionalidade. Antes da Paróquia houve um castro, antes do castro houve antas. A fé deste povo é tão antiga quanto a sua pedra.
Do Neolítico, há mais de 5.000 anos, registam-se monumentos megalíticos cujos vestígios chegaram até hoje. Já na Idade do Ferro, e definitivamente durante o domínio Romano, o Castro de Guifões torna-se um dos mais importantes portos e entrepostos comerciais da bacia do Leça — em parte, o embrião do futuro porto de Leixões.
Alguns investigadores associam este castro à povoação de Tuculum, referida no Paroquial Suévico, na Alta Idade Média. O próprio nome Guifões tem provável origem pré-romana, talvez germânica, aparecendo latinizado nas formas Quiffonis, Quiffiones e Quisiones.

Na Idade Média, Guifões esteve na posse dos reis fundadores: cedida por D. Sancho I à sua filha D. Mafalda, e mais tarde, em 1304, doada por D. Dinis ao Bispo D. Geraldo Domingues, integrada nos pertences do Mosteiro de S. Salvador de Bouças.
Nos séculos XV e XVI, com a actividade marítima pós-descobrimentos, Guifões assume primordial importância económica na região: a madeira para o fabrico de navios extraía-se nas suas matas e a terra tornou-se área privilegiada de recrutamento de marinheiros, pilotos, capitães e calafates.
Pequena freguesia rural, que cultiva milho graúdo, trigo, centeio e algum vinho.Memórias Paroquiais do Marquês de Pombal · 1775
Já no século XIX, Guifões é o berço dos irmãos José da Silva Passos ("Rei do Porto") e Manuel da Silva Passos — Passos Manuel — duas figuras incontornáveis do liberalismo português e fundador, o segundo, do ensino liceal no nosso país.
Da história mais próxima é incontornável a figura do Padre Manassa (Joaquim Pereira dos Santos), cujo nome dá hoje o largo da Igreja Matriz, e a longa paroquialidade do Padre Américo Rebelo (1971–2023), pároco de Guifões durante cinquenta e dois anos.
Igreja Matriz de Guifões
De arquitetura religiosa seiscentista, com cerca de 253 m² de área bruta privativa, a Igreja Matriz situa-se no centro da freguesia, no Largo Padre Joaquim Pereira dos Santos, n.º 288.
Localização
Situa-se em adro pavimentado, com desenhos geométricos, pontuado por canteiros e árvores de sombra, delimitado por muro de granito rebocado e pintado de branco, encimado por grades de ferro. A nascente desenvolve-se o cemitério da freguesia. Fronteiro à fachada principal, sobre plataforma elevada acedida por escada de seis degraus, encontra-se o coreto, envolvido por bancos de cimento armado e algumas árvores de sombra.
História da Igreja
Nas inquirições de 1254, a existência da Igreja é confirmada, atribuindo-se ao Mosteiro de Bouças a sua posse. O seu orago é São Martinho, um dos santos mais venerados desde a Alta Idade Média. A fundação do oratório aponta para a época da pacificação romana, quando os Romanos obrigaram os velhos Lusitanos do Castrum Quiffiones a abandonarem a sua posição fortificada no Monte Castêlo.
Desde tempos remotos até à sua reitoria, a Igreja de Guifões esteve sempre ligada à Igreja de Bouças, da qual era anexa, fazendo parte do termo de Bouças — termo mencionado numa escritura de 1243, feita entre o Cabido, o Bispo do Porto e a Rainha D. Mafalda. Segundo o Catálogo do Bispo do Porto D. Rodrigo da Cunha, na Relação efetuada pelo rei D. Dinis em 1320, entre as igrejas que deviam contribuir para auxiliar a guerra contra os Mouros aparece a Igreja de S. Martinho de Guifões, coletada em sessenta libras.
Datas significativas
O arquivo paroquial regista ainda outras obras na Igreja Matriz em 1927 e 1928, 1952, 1957 e 1959, e obras na igreja e no adro em 1965, custeadas pelas ofertas do Leilão do Menino.
Bens arrolados ao Estado e restituídos
Em 1911, no âmbito da Lei de Separação do Estado e das Igrejas (20 de abril de 1911), alguns bens da Igreja foram arrolados ao Estado. No auto de arrolamento ficou registado o protesto do então pároco-encomendado, Pe. Joaquim Pereira dos Santos, declarando ao Presidente da Comissão Concelhia dos Inventários dos Bens Eclesiásticos que “tais bens pertencem exclusivamente à Igreja, pois a ela foram uns doados por insignes benfeitores e outros comprados com as esmolas dos fiéis da Igreja Católica”.
Em 1930, no auto de entrega dos bens ao Estado, a igreja e a residência são referidas como bens da paróquia. O auto de 23 de junho de 1930 incluía ainda a casa de arrecadação dos objetos de culto — que servia de sala de sessões da Junta — e o campo dito do Senhor, além de móveis, alfaias e objetos de culto. Após reclamação da Junta de Freguesia, um novo auto, de 23 de agosto de 1930, excluiu da entrega os bens por ela reclamados. Com a Concordata de 1940, os bens arrolados — exceto os ligados ao serviço público — foram restituídos.
Descrição exterior
Edifício em pedra granítica, rebocada e pintada. No centro da fachada, a porta principal é de madeira almofadada, com ombreiras de cantaria realçadas por decoração em volutas. Encima-a um pequeno frontão quebrado por volutas, com uma concha ao meio, seguido de um medalhão de granito onde, no último restauro, foi colocado um relógio. O entablamento, formado por frontão rebocado e rematado em cantaria, termina no cimo com uma Cruz de trevo e, ao centro, um medalhão. De cada lado eleva-se uma torre sineira em granito, encimada por pequeno frontão triangular quebrado, onde sobressai um pináculo. Nas paredes laterais, rebocadas e em cantaria, destacam-se as janelas e as portas.
Descrição interior
A igreja é constituída pela capela-mor, corpo da igreja e coro alto. O altar-mor, em talha dourada, contém uma tribuna com altar em degraus, de estilo barroco-joanino; no cimo, a imagem de Nossa Senhora da Conceição sob um pequeno baldaquino em talha dourada, e capitéis dourados da ordem coríntia. Ao centro, uma estrela com o símbolo da Santíssima Trindade, rodeada de cabeças de anjos policromadas. Na parte inferior do retábulo, o sacrário é pintado a ouro e azul, tal como as bases das colunas, decoradas em talha dourada em forma de conchas. A autoria é de Manuel da Rocha, por contrato de 12 de abril de 1755. O arco cruzeiro, que separa a capela-mor do corpo da igreja, é todo pintado com cenas bíblicas de grande beleza.
A nave guarda o retábulo dedicado a São Martinho (barroco-joanino, do lado do Evangelho) e o de São João Batista (do lado da Epístola). Os altares colaterais são o do Sagrado Coração de Jesus (à direita, em talha dourada e policromada) e o de Nossa Senhora do Rosário (à esquerda). Há ainda dois altares laterais: o da direita com Nossa Senhora da Boa Morte e o da esquerda com uma pintura das Almas, com imagem sobreposta de Nossa Senhora de Fátima, adquirida em 1944. Entre os colaterais e os laterais abrem-se dois nichos envidraçados: do lado da Epístola, São Paio; do lado do Evangelho, o Menino Jesus de Praga. Outro nicho guarda o Crucificado a que a comunidade chama Senhor da Vida.
No lado esquerdo do corpo da igreja encontra-se o púlpito, em madeira com talha dourada, com uma imagem policromada de Nossa Senhora da Conceição ao centro. A pia batismal é em granito, pintada em escaiola, encimada por um painel em gesso pintado a ouro representando São João Batista a batizar Jesus no Rio Jordão. No fundo, a toda a largura, ergue-se o coro alto com varanda em madeira. A meio da parede, um vitral policromado em forma de tríptico, ao centro com uma pintura moderna de São Martinho. Ao longo da igreja há seis janelas de granito com varandas de ferro, e o teto é uma abóbada de berço em caixotões de madeira pintados com motivos abstratos. As paredes são revestidas por oito fiadas de azulejo policromado.
Devoções e confrarias
O culto de Nossa Senhora é muito antigo nesta paróquia, com altares à Conceição, ao Parto, à Silva, ao Livramento e à Saúde. No século XVII, Guifões tinha duas irmandades: a de Nossa Senhora da Saúde e a de Nossa Senhora do Livramento. O arquivo paroquial documenta a Confraria do Santíssimo Sacramento e Almas (estatutos de 11 de novembro de 1938, instituída pelo Bispo do Porto em 1940, vigente pelo menos até 1971) e a Congregação da Doutrina Cristã (erecta em 28 de abril de 1922). Incontornável é a Confraria de São Martinho, ativa na paróquia pelo menos desde 1849.
Culto atual
A Igreja está aberta para visita e oração pessoal de segunda a sexta-feira (10h00–12h00 e 16h00–18h00) e ao sábado (10h00–12h00 e 15h00–17h30). Desde a Quaresma de 2023 celebra-se aqui Missa ferial à quinta-feira, às 19h00, e a Missa Dominical Vespertina, ao sábado, às 17h30. É também na Igreja Matriz que se celebram os Batismos, Matrimónios e Exéquias.
Pároco atual

Padre Amaro Gonçalo Ferreira Lopes nasceu a 28 de fevereiro de 1966, em Eiriz, Paços de Ferreira. Foi ordenado presbítero em 14 de julho de 1991 na Igreja Catedral do Porto. Foi nomeado Administrador Paroquial de Guifões em 27 de abril de 2023 e Pároco de Guifões em 14 de julho de 2023. Acumula com Guifões a paroquialidade de Nossa Senhora da Hora, desde 21 de setembro de 2008.
É atualmente Adjunto do Vigário de Matosinhos, Secretário da Equipa de Apoio à Coordenação Diocesana da Pastoral e Secretário-Geral do Sínodo Diocesano.
Descarregar CV (PDF)Párocos
Memória dos pastores que serviram esta comunidade desde 1591. Lista completa da paroquialidade de São Martinho de Guifões.
Diáconos
Colaboradores do pároco no serviço à Palavra, à Liturgia e à Caridade.

Diácono José António Coelho Espinha
- Nascimento
- 03/04/1952
- Ordenação
- 08/12/2010
- Morada
- Rua Monte de São Gens, n.º 128, 4460-769 Custóias MTS
- Telefone
- 229 510 396
- Telemóvel
- 960 217 490
- jose.espinha@clix.pt
- Serviço pastoral
- Senhora da Hora e Guifões

Diácono José Moreira Campos
- Nascimento
- 02/04/1958
- Ordenação
- 08/12/2014
- Morada
- Rua Monte dos Pipos, n.º 421, 4460-059 Guifões
- Telefone
- 224 026 362
- Telemóvel
- 919 959 179
- josemoreiracampos@gmail.com
- Serviço pastoral
- Guifões e Senhora da Hora
Património edificado
A paróquia administra um conjunto de espaços onde se desenvolve a vida litúrgica, catequética e comunitária.
Igreja Matriz de Guifões
Templo paroquial reconstruído em 1699 pela Universidade de Coimbra, a quem a paróquia tinha sido doada. Lugar das celebrações dominicais solenes, das festas do padroeiro e dos sacramentos da iniciação cristã. A sua história e descrição detalhada encontram-se na secção acima.
Igreja da Sagrada Família (Paus)
O conjunto edificado da Igreja da Sagrada Família e salas anexas, situado na atual Rua das Moitas, no lugar dos Paus, foi denominado inicialmente “Centro Paroquial da Sagrada Família” e procurava dar resposta a um núcleo populacional em expansão. O projeto é da autoria do Arquiteto Albano de Moura; o terreno era propriedade de Albino Maia.
Ampla e de arquitetura moderna, a igreja é construída em cimento, tijolo e madeira. A mesa do altar, em cimento, encontra-se ao centro da cabeceira; na parede de fundo, uma imagem de Cristo Ressuscitado em Ascensão. No lado do Evangelho, um bloco de cimento suporta o sacrário, de estilo moderno; no lado da Epístola, um pequeno altar com a imagem da Sagrada Família. Estas duas imagens são da autoria da Irmã Angélica, da Congregação das Irmãs Discípulas do Divino Mestre (Itália). Numa parede lateral, uma mísula com a imagem de Nossa Senhora de Fátima.
O teto é todo em madeira pintada, com a configuração de um barco. Ao fundo, o coro alto com varanda em cimento. O lado esquerdo, envidraçado, dá para um pequeno jardim, proporcionando frescura e bem-estar aos fiéis. O projeto dos vitrais, com cenas da via-sacra, é dos arquitetos João Mestre e Fernanda Pinto, datado de maio de 2005. Exteriormente, a igreja é rebocada e pintada de branco. O conjunto inclui várias salas anexas, uma das quais serve de capela mortuária, hoje de uso muito raro.
Segundo a Caderneta Predial Urbana (artigo matricial n.º 10431), a área de implantação do edifício — igreja e salas anexas — é de 758 m², com cerca de 1.248 m² de área bruta de construção. Atualmente, dois salões anexos foram arrendados, tendo em vista uma melhor rentabilização dos espaços.
Há habitualmente Missa ao domingo, às 09h00, e oração do Terço nos dias 13 de cada mês. O Grupo de Jovens promove adoração eucarística na primeira terça-feira do mês; a igreja abre à quarta-feira, das 16h30 às 18h00, para oração pessoal e em grupo.
Salão Paroquial de Guifões
O pedido de autorização à Diocese do Porto para a construção do salão paroquial data de 15 de maio de 1973. Numa primeira resposta, de 13 de julho de 1973 (ofício 406/73), a Diocese pede mais elementos do que os apresentados no esboço enviado e alude ao facto de não se observarem normas mínimas de segurança. A Diocese defere finalmente o pedido em 29 de dezembro de 1973 (ofício 768/73), com uma nota assinada pelo Chanceler da Cúria: “que urgentemente se empreguem todos os esforços para dotar de novos Centros de Culto zonas deles carecidas, nomeadamente as dos lugares de Lomba e Gatões”.
A Câmara Municipal de Matosinhos autorizou a licença de construção em 18 de janeiro de 1974 (alvará n.º 135), prevendo-se a conclusão a 4 de dezembro de 1974. O projeto é assinado por Guilherme Almeida Ferreira, Eng. Civil (U.P.), em 16 de outubro de 1973. Houve vários candidatos à obra de pedreiro e betão armado: Indubel — Indústrias de Betão (540.000,00 escudos); Manuel Ferreira Martins (470.000,00 escudos); Joaquim Filipe Alves Pereira, mestre de obras (258.000,00 escudos); Abel Carvalho da Silva — Construções Civis e Empreitadas Gerais (250.650,00 escudos); e Joaquim Moreira, construtor civil (182.700,00 escudos). Esta última foi a proposta aceite em 26 de abril de 1974 — no dia seguinte à Revolução.
Em finais de 2020 e princípios de 2021, a empresa José Ramalho & C.ª, Lda. procedeu à remoção da cobertura de fibrocimento com amianto e à colocação de nova cobertura no centro paroquial e na residência paroquial, obra orçada em 57.327,98 € (IVA de 23% incluído). Há registo de outras obras de melhoria, no valor de 8.150 €. A autarquia comparticipou com 25.000 €, conforme protocolo assinado a 27 de julho de 2021.
Ampliação do Salão Paroquial
Em 16 de setembro de 1994 é apresentada uma memória descritiva que prevê obras de ampliação e remodelação do Centro Paroquial, incluindo, no piso inferior, espaços para os serviços de apoio ao Cemitério da Freguesia de Guifões, com um custo estimado de 16.000.000,00 escudos. No arquivo da paróquia conservam-se o livro de contas do salão paroquial e o da angariação de fundos para a sua construção, nomeadamente através dos chamados Leilões do Menino.
O atual Salão Paroquial dispõe, no 1.º piso, do espaço do bar, duas salas anexas para arrumos e um amplo auditório para espetáculos. No piso superior, contém cinco salas para a catequese e para os encontros dos grupos pastorais.
Requalificação do Bar Paroquial
Na sequência de uma candidatura ao Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Matosinhos, a Paróquia de Guifões beneficiou a 100% de uma intervenção no bar paroquial, no rés-do-chão do Salão Paroquial, que custou 50.000 €. A intervenção, levada a cabo pela empresa Mariana Duarte, Unipessoal Lda., deu ao bar um ambiente acolhedor e «claustral», sem alterar a estrutura do antigo salão, melhorando apenas a sua estética e funcionamento. As obras foram inauguradas a 24 de maio de 2025 e o bar foi batizado “Bar’Tinho”, por associação ao nome do padroeiro “Martinho”. A sua atividade é atualmente explorada pelo Grupo de Jovens, com finalidade pastoral. Na bênção, o pároco, Pe. Amaro Gonçalo, manifestou o desejo de que “este se torne lugar para a cultura do encontro, do diálogo intergeracional e do espírito comunitário, com todos e para o bem de todos”.
Capelas mortuárias
Edifício de duas capelas com projeto do Arquiteto Luís Berrance (1989), que permite o depósito e o velório de dois defuntos. No primeiro trimestre de 2026 foram realizadas obras de reparação interior e exterior (34.030,12 €), com a contribuição da antiga União de Freguesias de Leça do Balio, Guifões e Custóias e da Câmara Municipal de Matosinhos. A celebração exequial tem habitualmente lugar na Igreja Matriz.
Residência Paroquial
A caderneta de registo predial situa em 1937 o ano de inscrição na matriz, sob o Artigo Urbano n.º 126 e o Artigo Matricial n.º 2391, constando ser uma casa de dois pisos — 3 divisões e 7 vãos no 1.º piso, 5 divisões e 7 vãos no 2.º. Destinava-se à habitação do pároco, mas também ao apoio aos serviços paroquiais e à secretaria, a funcionar atualmente no 1.º piso.
O arquivo paroquial documenta várias obras na residência em 1969–1970: colocação de placa de teto, tijoleira e cimento, armação do telhado em cimento armado (incluindo a retirada e reposição da telha existente) e trabalhos de picheleiro e eletricista, com despesas sucessivas de 73.705,00, 79.310,00, 5.835,00, 4.730,00 e 1.084,00 escudos. Há registo de uma comissão de angariação de fundos, por lugares, nomeadamente através dos Leilões do Menino, realizados pelo menos entre 1965 e 1971, e de uma subscrição para as obras da residência em três cadernos, com referência explícita a obras na casa de banho em 1960 e no rés-do-chão em 1962.
Neste momento, a residência não é ocupada como habitação do pároco, que reside na Senhora da Hora — também o anterior pároco, Padre Américo Rebelo, não residia na casa paroquial, por manifesta falta de condições de habitabilidade. A paróquia deverá repensar, a médio ou longo prazo, as obras de adaptação e requalificação da residência, de modo a aproveitar e rentabilizar melhor este espaço.
Bibliografia
Fontes documentais e bibliográficas para a história da freguesia e da paróquia, e para a caracterização do património edificado.
- BRANDÃO, Domingos de Pinho, Obra de talha dourada, ensamblagem e pintura na cidade e na Diocese do Porto — Documentação, Diocese do Porto, Porto, 1986, vol. IV.
- CAPELA, José Viriato; MATOS, Henrique; BORRALHEIRO, Rogério, As Freguesias do Distrito do Porto nas Memórias Paroquiais de 1758, Braga, 2009.
- COSTA, António Carvalho, Corographia Portuguesa, Lisboa, 1706.
- DIAS, Maria da Piedade; SOUSA, Orquídea Dulce Fonseca, Inventário do Património Arquitectónico e religioso de Matosinhos, Câmara Municipal de Matosinhos, 1997.
- FELGUEIRAS, Guilherme, Monografia de Matosinhos, Matosinhos, 1956.
- GOMES, António J., Matosinhos em textos medievais, Matosinhos, 1978.
- PACHECO, Helder, O Grande Porto, Lisboa, 1986.
- SERÉN, Maria do Carmo, Guifões, Monografia, Junta de Freguesia de Guifões, Matosinhos, 1977.
- SERRÃO, Joaquim Veríssimo, Livro das Igrejas e Capelas do Padroado dos Reis de Portugal — 1574, Fundação Calouste Gulbenkian, Paris, 1971.














